Minha Tara (3)

Minha esposa era professora e diretora de uma grande escola estadual. Tinha a seus cuidados mais de 2.000 alunos e por consequência dezenas de professores. Quando das festas e comemorações eu era convidado a participar acompanhando-a. Pude observar belas professoras e magníficos exemplares do gênero masculino. Havia um, em especial  que se destacava, educado, com seus 30 anos aproximadamente, solteiro, era agradável tanto pelo fino trato como pela aparência física. Ela já havia relatado de um tal fulano, o próprio, que sempre elegante exalava belo e caro perfume, o que lhe agradava deveras. Tive oportunidade de conhecê-lo numa destas festividades. De imediato surgiu-me a ideia de me referir a ele em próximo encontro intimo com ela, o que não tardou àquela mesma noite.  Voltando para casa e deitados, já engatilhados após as preliminares, cochichei nos seus ouvidos se podíamos convidar uma terceira pessoa a partilhar nossa noitada. Repentinamente ela deu uma estancada, crente talvez que fosse eu me referir a uma figura feminina; ela, de natureza ciumenta, assim reagira mas, quando me referi ao cheiroso professor e coisa e tal, desarmou-se em clara evidencia de aceitação. Neste momento eu latejava dentro dela como nunca; sentia também o pulsar vaginal apertando-me em espasmos. Creio piamente que muitas vezes ela já tinha fodido comigo pensando justo no tal primoroso professor. De uma forma ou de outra, eu teria chifres cheirosos e bem aprumados. Ao contrário, me senti até um tanto vaidoso. Continuei a comandar o joguinho que ora se iniciava, com muita cautela e discrição, sem vulgarizar o ato. ?Pois é, disse-lhe eu, adoraria saber de que fulano pudesse assistir como você me faz feliz na cama. Adoraria que ele estivesse sentado aos pés de nossa cama e ouvisse o entrar e sair de minha rola neste seu buraquinho tão apertado. Adoraria que ele, que gosta tanto de um gostoso perfume pudesse sentir o aroma que sai de sua bucetinha quando me fode gostoso.? Caramba, acho que exagerei pois imediatamente ela entrou num espasmódico orgasmo que me arrastou junto dando golfadas à exaustão. Não preciso dizer que quando deitados, um juntinho do outro, sentimo-nos muito mais próximos do que antes pela  cumplicidade criada. Cochichei em seus ouvidos o quanto fizera-me feliz por deixar a gostosa viagem dos nossos sentimentos voarem àquelas alturas. Perguntei-lhe o que sentira e a resposta apesar de curta: ?adorei?. estava tomada de esperanças para um futuro bem próximo.

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